Série Apócrifos: A Carta a Diogneto (na íntegra)
Hoje começaremos uma série que tratará sobre apócrifos da Bíblia, mais precisamente do periodo do Novo Testamento. Os Livros apócrifos (do grego Apokruphoi, secreto, separado ou excluído), também conhecidos como Livros Pseudo-canônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e judaicas. Por concepção geral, são livros que ficaram fora Cânon, estabelecido por concílios da Igreja Católica, no século IV, no que se refere ao Novo Testamento.
Os livros apócrifos, em geral, são boa fonte de estudo histórico e de literatura do periodo apostólico e apologético.
O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É possível contabilizar 113 deles, 52 em relação ao Antigo Testamento e 61 em relação ao Novo. A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros.
Como já havia postado antes, a Carta a Diogento, escrita em meados de 150 D.C., a qual expõe as atitudes e a visão dos cristãos deste período, que podemos chamar também de igreja primitiva. Afinal, ainda estavam no período dos pais apologistas, que sucedeu o periodo apostólico. Agora deixo a disposição o texto integral da obra.












